Close Menu
Estrela FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Estrela FM sexta-feira, 22 maio
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Filho de Solange Almeida vive em Palmas e segue os passos da mãe

    maio 22, 2026

    Estado divulga lista de pré-selecionados para 272 apartamentos em Palmas

    maio 22, 2026

    Terceirização das UPAs de Palmas: entenda investigação da Polícia Civil

    maio 22, 2026

    Piloto registra pôr do sol em Palmas antes de pouso e vídeo chama atenção nas redes sociais; assista

    maio 22, 2026

    Natanzinho Lima admite uso de estimulantes antes de show e relata episódio de arritmia: ‘Achei que ia morrer’

    maio 22, 2026

    Maria Rita retoma show ‘Redescobrir 2’ em turnê que vai de julho a dezembro

    maio 22, 2026

    Spotify permitirá que usuários criem covers e remixes de músicas com IA

    maio 22, 2026

    Álbum que reúne Erasmo Carlos com rappers funciona quando há real diálogo entre os dois universos musicais

    maio 22, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Filho de Solange Almeida vive em Palmas e segue os passos da mãe

    maio 22, 2026

    Natanzinho Lima admite uso de estimulantes antes de show e relata episódio de arritmia: ‘Achei que ia morrer’

    maio 22, 2026

    Maria Rita retoma show ‘Redescobrir 2’ em turnê que vai de julho a dezembro

    maio 22, 2026

    Spotify permitirá que usuários criem covers e remixes de músicas com IA

    maio 22, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Estrela FM
Home»Entretenimento»Almodóvar pensa os limites da criação em ‘Natal Amargo’, filme ‘truncado’ e pouco cativante; g1 já viu
Entretenimento

Almodóvar pensa os limites da criação em ‘Natal Amargo’, filme ‘truncado’ e pouco cativante; g1 já viu

maio 22, 2026Nenhum comentário0 Visitas

Cena de “Natal Amargo”, novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, que reflete sobre o fazer artístico e os limites da criação.
Divulgação.
Almodóvar vira a câmera para si mesmo, de novo.
Em seu 24º longa-metragem, “Natal Amargo”, o diretor espanhol de 76 anos faz o seu regresso ao castelhano após dois anos do lançamento de “O Quarto ao Lado”, filme falado em inglês com Julianne Moore e Tilda Swinton.
“Natal Amargo” fez a sua estreia internacional na seleção oficial do 79º Festival de Cannes, na última terça-feira (19). O filme chega aos cinemas brasileiros em 28 de maio.
Ao voltar à sua língua nativa e à Espanha — cenário de toda a sua filmografia —, o cineasta coloca suas memórias e a própria carreira no divã, em uma espécie de inflexão autobiográfica.
A promessa e a premissa que cercavam o projeto eram grandes: este seria o filme em que ele seria mais cruel consigo mesmo, segundo entrevistas. Uma obra em que o diretor estava disposto a entrar em um tribunal contra si próprio. A ideia era essa, o resultado…no mucho.
Filme dentro do filme
O longa acompanha a história de dois cineastas obcecados por trabalho: Elsa (vivida por Bárbara Lennie) e Raúl (interpretado por Leonardo Sbaraglia), que pode ser “lido” como um alter ego de Almodóvar.
Elsa é uma diretora que, por não ter alcançado sucesso nas telas, acabou enveredando para o mercado publicitário. Perdeu a mãe há cerca de um ano e tenta elaborar o luto em meio a crises de enxaqueca, de ansiedade, uma briga com uma amiga (Victoria Luengo) e o namoro com um bombeiro-stripper (Bonifácio, interpretado por Patrick Criado).
Raúl, por outro lado, é um realizador de prestígio que se encontra num limbo criativo. Ele tenta dar vida a um novo roteiro “inspirado” nas histórias e nos amores da sua assistente, Mônica (Aitana Sánchez-Gijón), enquanto deixa a vida pessoal completamente de lado.
Essa metalinguagem sobre o fazer artístico não é novidade em sua filmografia. Almodóvar já a explorou antes em obras como “A Lei do Desejo” (1987), “Má Educação” (2004) e “Dor e Glória” (2019), que também traziam cineastas como os grandes protagonistas de suas próprias dores.
A grande brincadeira desta vez é que estamos diante de criador e criatura, tudo de uma vez. A jornada de Elsa é a própria ficção sendo moldada pela mente de Raúl, em uma dinâmica que nos coloca assistindo a um filme dentro de outro.
E é aí onde o negócio aperta: as duas narrativas vão correndo em paralelo, saltando entre 2004 e 2026, transformando um personagem em outro, às vezes até um personagem em dois. Tudo de maneira bastante “truncada”.
O espectador precisa fazer esforço para não se perder e conseguir entender, nesse grande jogo de espelhos, quem é quem. Que ou quais personagens estão inspirando quem. E mais: o quanto do próprio Almodóvar está ali.
“Natal Amargo”, novo filme do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, chega aos cinemas brasileiros em 28 de maio.
Divulgação
Irônico e bonito de ver
O filme entrega exatamente o que se espera de um “almodrama” (termo usado pelo escritor cubano Guillermo Cabrera Infante para descrever um melodrama de Almodovar) em termos de estética: enquadramentos belíssimos, direção de arte primorosa.
Como espectador, você está sempre numa ânsia de ver o próximo cenário. Hipnotizado pelas garrafas azuis, pelas poltronas amarelas, pelos casacos vermelhos. Tudo está no lugar. Nada sobra.
O diretor também mostrou que não perdeu a mão para dosar o drama com pitadas de humor aqui e ali. Como quando a assistente e fiel escudeira Mônica joga uma provocação a Raúl (ou seria ao próprio Almodóvar?): “Sai de casa um pouco! Você já fez seus melhores filmes, pode viver somente do seu prestígio agora”.
E ainda dá outras piscadelas para o espectador, mais adiante: “Por que não cede e faz filme para streaming? A Netflix é doida por você há anos”. Raúl não dá o braço a torcer e nega.
Corajoso ao tentar ser melhor do que já foi
Ao longo de toda a trama, Almodóvar coloca na boca dos seus personagens reflexões com as quais ele próprio tem se deparado ao longo da sua trajetória: o medo da decadência, a falta de criatividade, a dificuldade de encontrar novas histórias, o desafio de ser melhor do que já se foi um dia.
O filme também levanta uma outra questão, interessantíssima: até que ponto um artista tem o direito de usar a vida alheia para fabricar suas obras?
Na sinopse oficial da trama, o protagonista é descrito como alguém “capaz de vender a alma ao diabo desde que continue a ver a linha vertical, o cursor piscante do computador, vivo, que o levará a escrever uma história que nem ele mesmo conhece e pela qual está disposto a tudo”.
Diante de todos esses embates, a vida real parece sempre desmontar o controle do cineasta.
E há de se reconhecer: Almodóvar é ousado ao propor esse tipo de reflexão sobre o que fez de si mesmo ao longo de sua vida, jogando luz sobre o tipo de arte que produziu e, principalmente, qual foi o custo humano dessa criação.
Pôster em português de “Natal Amargo”, novo filme de Almodóvar.
Divulgação
Honesto, pero no mucho
Ele derrapa, no entanto, ao não ir até as últimas consequências. A sensação que fica é a de que o diretor espanhol, ainda assim, escolheu a dedo os melhores recortes e os questionamentos para os quais ele já teria respostas confortáveis para dar.
Não se trata de cobrar que o cineasta faça uma sessão pública de terapia ou se autoflagele na frente da tela, mas veja: a expectativa foi criada por ele mesmo.
Os cineastas (Raúl, Elsa e o próprio diretor espanhol) admitem, de fato, estar penando para encontrar uma nova história que lhes devolva o tesão e o prazer de filmar.
Mas os três estão colocados na trama como pessoas que estão escrevendo não porque sabem o que querem dizer, mas sim, porque precisam descobrir.
Ao se esquivar do mergulho profundo que ele mesmo propôs, o diretor entrega um exercício de metalinguagem que carece de mais honestidade. Não tem como não notar.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Natanzinho Lima admite uso de estimulantes antes de show e relata episódio de arritmia: ‘Achei que ia morrer’

maio 22, 20260 Visitas

Maria Rita retoma show ‘Redescobrir 2’ em turnê que vai de julho a dezembro

maio 22, 20260 Visitas

Spotify permitirá que usuários criem covers e remixes de músicas com IA

maio 22, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

‘Achava normal’: Fezes em formato de ‘fita’ é um dos alertas para câncer colorretal; relembre fala de Preta Gil

julho 22, 202597 Visitas

Veja outros looks polêmicos de Bianca Censori, esposa de Kanye West que apareceu nua no Grammy 2025

fevereiro 4, 202587 Visitas

Médico é suspeito de invadir carro e agredir delegado aposentado durante confusão no trânsito

setembro 19, 202442 Visitas

Nana Caymmi é a maior cantora do Brasil? É e não é…

abril 29, 202532 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.